CATL249,32▲ 3,80%BYD84,95▲ 0,95%EVE Energy48,92▲ 1,77%Hithium9,5▲ 2,15%Gotion23,61▲ 2,21%LG Energy Solution338.000▼ 5,98%Samsung SDI488.500▼ 10,04%SK Innovation119.100▼ 8,31%Panasonic3.740▲ 5,41%FluenceUS$ 5,50▼ 3,85%TeslaUS$ 398,50▼ 0,33%Sungrow75,72▲ 5,84%Wärtsilä25,74▼ 1,38%GE VernovaUS$ 918,20▲ 7,03%SMA Solar51▲ 7,19%EnphaseUS$ 30,42▲ 18,60%SolarEdgeUS$ 32,88▲ 9,42%Trina Solar10,41▲ 1,96%JinkoSolarUS$ 10,16▲ 17,73%Canadian SolarUS$ 10,10▲ 9,07%CATL249,32▲ 3,80%BYD84,95▲ 0,95%EVE Energy48,92▲ 1,77%Hithium9,5▲ 2,15%Gotion23,61▲ 2,21%LG Energy Solution338.000▼ 5,98%Samsung SDI488.500▼ 10,04%SK Innovation119.100▼ 8,31%Panasonic3.740▲ 5,41%FluenceUS$ 5,50▼ 3,85%TeslaUS$ 398,50▼ 0,33%Sungrow75,72▲ 5,84%Wärtsilä25,74▼ 1,38%GE VernovaUS$ 918,20▲ 7,03%SMA Solar51▲ 7,19%EnphaseUS$ 30,42▲ 18,60%SolarEdgeUS$ 32,88▲ 9,42%Trina Solar10,41▲ 1,96%JinkoSolarUS$ 10,16▲ 17,73%Canadian SolarUS$ 10,10▲ 9,07%
Lítio (ETF)US$ 60,10▲ 0,48%AlbemarleUS$ 90,19▼ 0,89%CobreUS$ 6,41▼ 2,01%DólarR$ 5,49▲ 1,00%Lítio (ETF)US$ 60,10▲ 0,48%AlbemarleUS$ 90,19▼ 0,89%CobreUS$ 6,41▼ 2,01%DólarR$ 5,49▲ 1,00%Lítio (ETF)US$ 60,10▲ 0,48%AlbemarleUS$ 90,19▼ 0,89%CobreUS$ 6,41▼ 2,01%DólarR$ 5,49▲ 1,00%
▸Sunrun dobra base de clientes em Porto Rico com 45 MW de baterias residenciais▸Zero Motorcycles revela Project Ventura e XE street-legal no EICMA 2026▸Fazenda solar comunitária em Illinois combina energia renovável e produção de feno▸Rede Mengxi ultrapassa 20 GW de armazenamento com renováveis em 60% da capacidade▸Tesla garante zona de comércio no Texas, mas tarifas chinesas de 25% sobre LFP permanecem▸ReBake Motors revela motocicleta elétrica Abler com lições do fim da CAKE▸Acciona instala 42 MWh de baterias em usinas solares da República Dominicana▸Eden Energy entrega sistema C&I de 70 kWh com baterias de e-scooter usadas na Alemanha▸Sun Village comissiona planta solar híbrida no Japão com oversizing de 327%▸Yamaha apresenta NMAX E: scooter elétrica de 104 km de autonomia chega em 2027▸Índia enfrenta crise de aquisição de terras que atrasa projetos de energia renovável▸Eslovênia abre leilão para usina solar híbrida com armazenamento em antigo aterro▸Sunrun dobra base de clientes em Porto Rico com 45 MW de baterias residenciais▸Zero Motorcycles revela Project Ventura e XE street-legal no EICMA 2026▸Fazenda solar comunitária em Illinois combina energia renovável e produção de feno▸Rede Mengxi ultrapassa 20 GW de armazenamento com renováveis em 60% da capacidade▸Tesla garante zona de comércio no Texas, mas tarifas chinesas de 25% sobre LFP permanecem▸ReBake Motors revela motocicleta elétrica Abler com lições do fim da CAKE▸Acciona instala 42 MWh de baterias em usinas solares da República Dominicana▸Eden Energy entrega sistema C&I de 70 kWh com baterias de e-scooter usadas na Alemanha▸Sun Village comissiona planta solar híbrida no Japão com oversizing de 327%▸Yamaha apresenta NMAX E: scooter elétrica de 104 km de autonomia chega em 2027▸Índia enfrenta crise de aquisição de terras que atrasa projetos de energia renovável▸Eslovênia abre leilão para usina solar híbrida com armazenamento em antigo aterro
BATTERY CHANNEL
AnáliseProjetos

EIA projeta que renováveis superem gás natural na geração dos EUA em 2027

Agência de Informação Energética dos EUA indica que fontes limpas podem ultrapassar o gás natural no verão de 2027. No Brasil, o impacto é macroeconômico, com potencial redução de custos térmicos no PLD via pressão sobre preços globais de commodities, sem mudanças regulatórias diretas.

27 de outubro de 2026 às 17:13Fonte oficial: Solar Power WorldRedação Battery Channel
EIA projeta que renováveis superem gás natural na geração dos EUA em 2027
Foto: Solar Power World

A Agência de Informação Energética dos EUA (EIA) projetou que a geração de eletricidade de fontes renováveis pode ultrapassar a produção de gás natural durante o verão de 2027, marcando uma inversão histórica na matriz geradora norte-americana. Dados analisados pela campanha SUN DAY mostram que, nos primeiros oito meses de 2026, a capacidade instalada renovável cresceu 10%, adicionando mais de 43 GW. O solar em escala utilitária foi o grande destaque, com aumento de 20% em relação ao mesmo período de 2025, incorporando 27,1 GW, enquanto o solar distribuído subiu 12%, com adição de 6,5 GW. Esse ritmo acelerado contrasta com o crescimento marginal do gás natural (2,6%) e da energia nuclear (1,3%), além do declínio acentuado do carvão, que caiu mais de 8%.

Em setembro de 2026, as energias renováveis já representavam 34,5% da geração em escala utilitária nos EUA, com projeção de ultrapassar 40% da geração total nacional no próximo ano. O armazenamento por baterias (BESS) também apresentou expansão robusta, adicionando 17,6 GW de capacidade entre setembro de 2025 e agosto de 2026. Ken Bossong, diretor executivo da SUN DAY Campaign, destacou que os relatórios mensais da EIA reforçam que o crescimento do solar, eólica e armazenamento tornou-se imparável, enquanto a participação de combustíveis fósseis e nuclear continua encolhendo. Essa dinâmica consolida as renováveis como o motor principal de expansão da geração elétrica nos Estados Unidos.

Para o mercado brasileiro, o impacto dessa projeção é indireto e de natureza macroeconômica, sem alterações regulatórias imediatas por parte da ANEEL ou do MME. A queda relativa na demanda por gás natural nos EUA pode exercer pressão sobre o preço do Henry Hub e nas commodities globais de energia. Isso beneficia o sistema elétrico brasileiro ao potencialmente reduzir o custo da geração térmica de reserva, amenizando picos no Preço de Liquidação das Diferenças (PLD) em cenários críticos de escassez hídrica. Assim, traders e investidores podem utilizar essa tendência como variável de hedge contra a volatilidade térmica, monitorando os preços globais como indicador de custos futuros.

Não há nova legislação ou norma brasileira envolvida nessa projeção estatística, baseada no Short-Term Energy Outlook da EIA. Portanto, não se aplicam conceitos de grandfathering ou mudanças nas regras de transição do setor elétrico nacional. O principal risco para o Brasil reside na volatilidade dos preços globais de gás, influenciada por fatores geopolíticos que podem alterar a trajetória prevista. A projeção de 2027 é uma tendência, não uma garantia; atrasos na integração de intermitência ou ajustes regulatórios nos EUA para garantir a confiabilidade da rede podem manter o gás natural relevante por mais tempo, alterando o ritmo da substituição energética global.

Compartilhar:XLinkedInWhatsAppTelegram

Tags

Comentários (0)

Seja o primeiro a comentar.

Receba o essencial do setor de energia

Os principais fatos que afetam preço, regulação, geração e combustíveis — todo dia ao meio-dia, no seu e-mail.

Como esta matéria foi produzida: apurada a partir da fonte oficial citada e de documentos primários, com verificação de números, datas e prazos antes da publicação, seguindo a nossa Política Editorial — que inclui o uso de tecnologia própria na apuração. Viu algo a corrigir? Fale com a redação.