CATL269,93▼ 2,55%BYD83,22▲ 0,60%EVE Energy46,08▼ 2,04%Hithium9,03▼ 0,22%Gotion27,09▼ 2,48%LG Energy Solution424.500▲ 5,47%Samsung SDI574.000▲ 6,30%SK Innovation159.200▲ 2,71%Panasonic3.920▼ 0,94%FluenceUS$ 5,80▼ 6,60%TeslaUS$ 354,72▼ 3,39%Sungrow76,6▼ 0,34%Wärtsilä29,5▲ 3,33%GE VernovaUS$ 921,20▼ 2,19%SMA Solar57,65▼ 4,79%EnphaseUS$ 30,62▲ 4,33%SolarEdgeUS$ 31,36▲ 2,75%Trina Solar10,56▲ 1,25%JinkoSolarUS$ 8,12▼ 1,10%Canadian SolarUS$ 9,81▼ 5,03%CATL269,93▼ 2,55%BYD83,22▲ 0,60%EVE Energy46,08▼ 2,04%Hithium9,03▼ 0,22%Gotion27,09▼ 2,48%LG Energy Solution424.500▲ 5,47%Samsung SDI574.000▲ 6,30%SK Innovation159.200▲ 2,71%Panasonic3.920▼ 0,94%FluenceUS$ 5,80▼ 6,60%TeslaUS$ 354,72▼ 3,39%Sungrow76,6▼ 0,34%Wärtsilä29,5▲ 3,33%GE VernovaUS$ 921,20▼ 2,19%SMA Solar57,65▼ 4,79%EnphaseUS$ 30,62▲ 4,33%SolarEdgeUS$ 31,36▲ 2,75%Trina Solar10,56▲ 1,25%JinkoSolarUS$ 8,12▼ 1,10%Canadian SolarUS$ 9,81▼ 5,03%
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AnáliseTecnologia

Estudo do CEA-Liten revela novo mecanismo de degradação PID em módulos solares de média tensão

Pesquisa francesa identifica o PID-d, causado por descargas parciais, como risco crítico em sistemas acima de 1.500 V. O estudo mostra que encapsulantes TPO e EVA perdem eficiência drasticamente com o calor, enquanto o POE se mantém resistente, exigindo revisão técnica de ativos.

12 de outubro de 2026 às 07:12Fonte oficial: pv magazineRedação Battery Channel
Estudo do CEA-Liten revela novo mecanismo de degradação PID em módulos solares de média tensão
Foto: pv magazine

Pesquisadores do CEA-Liten identificaram um novo mecanismo de degradação, o PID-discharge, em módulos fotovoltaicos submetidos a altas tensões. Diferente da migração iônica tradicional, este fenômeno envolve descargas parciais e 'electrical treeing'. O estudo, pioneiro ao testar módulos PERC bifaciais sob 6.000 V, alerta que a elevação da tensão do sistema introduz riscos de isolamento elétrico não previstos nos modelos de confiabilidade atuais para sistemas acima de 1.500 V.

A condutividade do encapsulante revelou-se o fator crítico, variando drasticamente com a temperatura e o campo elétrico. Em testes acelerados, o TPO aumentou sua condutividade em duas ordens de grandeza ao passar de 20°C para 80°C, resultando nas maiores perdas de potência, especialmente no lado traseiro dos módulos. O EVA também apresentou vulnerabilidade significativa, com perdas de 21,7% a 3.000 V. Já o POE demonstrou superioridade, mantendo perdas mínimas de 4,6%, sugerindo que a seleção de materiais deve priorizar baixa condutividade para mitigar riscos térmicos.

Os impactos operacionais são substanciais: a 6.000 V, os módulos sofreram perdas máximas de 13,5% na frente e 19,5% no verso, com degradação residual persistente mesmo após recuperação parcial sob iluminação. Isso indica que a vida útil projetada para ativos em climas quentes pode estar superestimada, afetando o LCOE real e a avaliação de risco em operações de M&A. Embora o estudo use células PERC, em transição para TOPCon, os achados exigem que engenheiros e gestores revisem garantias de performance e considerem inspeções de eletroluminescência focadas em falhas de isolamento.

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