CATL264,06▲ 4,42%BYD86,25▲ 1,29%EVE Energy52,87▲ 5,93%Hithium9,97▲ 3,85%Gotion25,08▲ 3,85%LG Energy Solution346.000▲ 2,37%Samsung SDI509.000▲ 4,20%SK Innovation114.200▼ 4,11%Panasonic3.168▼ 9,51%FluenceUS$ 6,06▲ 16,31%TeslaUS$ 385,19▼ 4,61%Sungrow85,14▲ 4,89%Wärtsilä25,83▲ 1,77%GE VernovaUS$ 832,83▼ 3,41%SMA Solar54,9▲ 7,65%EnphaseUS$ 31,55▲ 12,96%SolarEdgeUS$ 30,02▼ 0,61%Trina Solar11,25▲ 5,04%JinkoSolarUS$ 10,65▲ 13,18%Canadian SolarUS$ 10,78▲ 14,56%CATL264,06▲ 4,42%BYD86,25▲ 1,29%EVE Energy52,87▲ 5,93%Hithium9,97▲ 3,85%Gotion25,08▲ 3,85%LG Energy Solution346.000▲ 2,37%Samsung SDI509.000▲ 4,20%SK Innovation114.200▼ 4,11%Panasonic3.168▼ 9,51%FluenceUS$ 6,06▲ 16,31%TeslaUS$ 385,19▼ 4,61%Sungrow85,14▲ 4,89%Wärtsilä25,83▲ 1,77%GE VernovaUS$ 832,83▼ 3,41%SMA Solar54,9▲ 7,65%EnphaseUS$ 31,55▲ 12,96%SolarEdgeUS$ 30,02▼ 0,61%Trina Solar11,25▲ 5,04%JinkoSolarUS$ 10,65▲ 13,18%Canadian SolarUS$ 10,78▲ 14,56%
Lítio (ETF)US$ 61,88▲ 3,05%AlbemarleUS$ 94,97▲ 4,87%CobreUS$ 6,39▼ 0,23%DólarR$ 5,46▼ 0,45%Lítio (ETF)US$ 61,88▲ 3,05%AlbemarleUS$ 94,97▲ 4,87%CobreUS$ 6,39▼ 0,23%DólarR$ 5,46▼ 0,45%Lítio (ETF)US$ 61,88▲ 3,05%AlbemarleUS$ 94,97▲ 4,87%CobreUS$ 6,39▼ 0,23%DólarR$ 5,46▼ 0,45%
▸Pesquisa recupera orientação de telhados solares a partir de dados operacionais com alta precisão▸Tóquio testa produção de hidrogênio solar em complexo de escritórios▸Austrália liga bateria de 500 MWh em Canberra, reforçando segurança energética▸RDAP aprova projeto híbrido Twin Hills de 750 MW na Austrália Ocidental, rejeitando cortes de turbinas▸Endesa e Masdar iniciam construção de 120 MWh de baterias LFP grid-forming na Espanha▸Pesquisadores coreanos criam protótipo de bateria de estado sólido com 235 Wh/L▸YOU.ON valida Rota 1 do BNDES e visa 1 GW de BESS com conteúdo local para leilão▸Canberra liga maior bateria da região: Eku Energy valida modelo 100% equity com Tesla▸Samsung C&T adquire Powertech na Austrália por USD 70 mi para integrar pipeline de BESS▸BYD apresenta SUV elétrico Denza N9 com 890 kW, mas peso de 3,76 t restringe uso na UE▸PDE 2036 projeta 276 TWh de contribuição de eficiência e recursos distribuídos▸ARRAY e Shoals fecham fusão de US$ 1,5 bi para integrar trackers e eBOS▸Pesquisa recupera orientação de telhados solares a partir de dados operacionais com alta precisão▸Tóquio testa produção de hidrogênio solar em complexo de escritórios▸Austrália liga bateria de 500 MWh em Canberra, reforçando segurança energética▸RDAP aprova projeto híbrido Twin Hills de 750 MW na Austrália Ocidental, rejeitando cortes de turbinas▸Endesa e Masdar iniciam construção de 120 MWh de baterias LFP grid-forming na Espanha▸Pesquisadores coreanos criam protótipo de bateria de estado sólido com 235 Wh/L▸YOU.ON valida Rota 1 do BNDES e visa 1 GW de BESS com conteúdo local para leilão▸Canberra liga maior bateria da região: Eku Energy valida modelo 100% equity com Tesla▸Samsung C&T adquire Powertech na Austrália por USD 70 mi para integrar pipeline de BESS▸BYD apresenta SUV elétrico Denza N9 com 890 kW, mas peso de 3,76 t restringe uso na UE▸PDE 2036 projeta 276 TWh de contribuição de eficiência e recursos distribuídos▸ARRAY e Shoals fecham fusão de US$ 1,5 bi para integrar trackers e eBOS
BATTERY CHANNEL
AnáliseTecnologia

Pesquisadores coreanos criam protótipo de bateria de estado sólido com 235 Wh/L

A Universidade Dongguk da Coreia do Sul desenvolveu um protótipo de bateria de estado sólido sem ânodo que atingiu 235,13 Wh/L. O avanço utiliza um interlayer de estanho e carbono para melhorar a estabilidade da deposição de lítio em filmes finos.

5 de novembro de 2026 às 07:36Fonte oficial: pv magazineRedação Battery Channel

Pesquisadores da Universidade Dongguk, na Coreia do Sul, liderados pelo professor Hyun-Suk Kim, desenvolveram um protótipo de bateria de estado sólido sem ânodo (ASSB) que alcançou uma densidade energética volumétrica de 235,13 Wh/L após 100 ciclos. O dispositivo, com apenas 2,77 micrômetros de espessura, emprega um interlayer ultrass fino de estanho e carbono (Sn/C) no coletor de corrente.

Essa camada atua como semente para a nucleação uniforme do lítio, reduzindo a energia de ativação necessária para a deposição e distribuindo o material de forma mais homogênea. O processo mitiga a formação de dendritos e o isolamento elétrico conhecido como 'lítio morto', problemas comuns em baterias sem ânodo.

A inovação técnica reside na capacidade do estanho de facilitar a acumulação de lítio enquanto o carbono garante uma distribuição equilibrada, estabilizando a interface durante os ciclos de carga e descarga. Para compensar as perdas irreversíveis iniciais, típicas de designs sem ânodo, a equipe aplicou uma pré-litiação com lítio metálico antes dos testes.

O estudo, publicado na revista Advanced Energy Materials, demonstra que essa engenharia de interface permite uma operação mais reversível e consistente. A pesquisa supera desafios históricos de instabilidade interfacial e formação de vazios em baterias de estado sólido de filme fino, validando o conceito em escala microscópica.

Apesar do avanço científico, a aplicação imediata em sistemas de armazenamento estacionário em rede (BESS) permanece distante. O protótipo operou a uma taxa de ciclo de 0,01 C, muito lenta para demandas industriais ou veiculares, e a complexidade da deposição de camadas nanométricas representa uma barreira econômica significativa.

Analistas do setor indicam que baterias de estado sólido só se tornarão competitivas em custo contra o fosfato de ferro e lítio (LFP) dominante após 2030. Isso depende da maturidade da cadeia de suprimentos e de certificações de segurança rigorosas, fatores ainda em desenvolvimento para tecnologias de estado sólido.

No curto prazo, o impacto dessa tecnologia se concentra em nichos de alta densidade e segurança, como eletrônicos vestíveis, sensores de Internet das Coisas (IoT) e dispositivos médicos implantáveis. Nesses setores, a espessura mínima da bateria é um fator crítico de desempenho.

Para o mercado brasileiro, não há impacto regulatório ou tarifário imediato, pois trata-se de um estágio acadêmico. A viabilidade comercial dependerá da transição para células piloto com maiores espessuras e taxas de potência, além do desenvolvimento de técnicas de fabricação escaláveis, como deposição em rolo.

A pesquisa valida o conceito de baterias sem ânodo, mas destaca a distância entre o laboratório e a indústria. Enquanto a comunidade acadêmica celebra o controle da interface eletroquímica, a indústria aguarda dados de vida útil em condições térmicas e mecânicas variáveis.

A adoção em massa exigirá parcerias entre universidades e fabricantes para validar a escalabilidade do interlayer Sn/C. Até que as tecnologias de estado sólido comprovem confiabilidade e competitividade financeira, o LFP permanecerá como padrão para armazenamento em rede.

Compartilhar:XLinkedInWhatsAppTelegram

Tags

Comentários (0)

Seja o primeiro a comentar.

Receba o essencial do setor de energia

Os principais fatos que afetam preço, regulação, geração e combustíveis — todo dia ao meio-dia, no seu e-mail.

Como esta matéria foi produzida: apurada a partir da fonte oficial citada e de documentos primários, com verificação de números, datas e prazos antes da publicação, seguindo a nossa Política Editorial — que inclui o uso de tecnologia própria na apuração. Viu algo a corrigir? Fale com a redação.