CATL227,9▼ 12,03%BYD80,7▼ 2,30%EVE Energy41,72▼ 5,27%Hithium8,68▼ 3,34%Gotion25,89▼ 6,94%LG Energy Solution411.500▼ 4,75%Samsung SDI554.000▼ 6,42%SK Innovation154.300▼ 5,34%Panasonic3.905▲ 0,70%FluenceUS$ 6,00▲ 2,39%TeslaUS$ 386,47▲ 5,00%Sungrow72,3▼ 4,92%Wärtsilä28,8▲ 3,63%GE VernovaUS$ 925,92▲ 1,92%SMA Solar53,4▼ 3,61%EnphaseUS$ 31,99▲ 4,44%SolarEdgeUS$ 33,19▲ 6,86%Trina Solar10,44▲ 0,10%JinkoSolarUS$ 8,13▲ 1,25%Canadian SolarUS$ 9,83▲ 2,72%CATL227,9▼ 12,03%BYD80,7▼ 2,30%EVE Energy41,72▼ 5,27%Hithium8,68▼ 3,34%Gotion25,89▼ 6,94%LG Energy Solution411.500▼ 4,75%Samsung SDI554.000▼ 6,42%SK Innovation154.300▼ 5,34%Panasonic3.905▲ 0,70%FluenceUS$ 6,00▲ 2,39%TeslaUS$ 386,47▲ 5,00%Sungrow72,3▼ 4,92%Wärtsilä28,8▲ 3,63%GE VernovaUS$ 925,92▲ 1,92%SMA Solar53,4▼ 3,61%EnphaseUS$ 31,99▲ 4,44%SolarEdgeUS$ 33,19▲ 6,86%Trina Solar10,44▲ 0,10%JinkoSolarUS$ 8,13▲ 1,25%Canadian SolarUS$ 9,83▲ 2,72%
Lítio (ETF)US$ 63,20▼ 2,18%AlbemarleUS$ 94,47▼ 0,18%CobreUS$ 6,58▲ 0,15%DólarR$ 5,03▼ 0,19%Lítio (ETF)US$ 63,20▼ 2,18%AlbemarleUS$ 94,47▼ 0,18%CobreUS$ 6,58▲ 0,15%DólarR$ 5,03▼ 0,19%Lítio (ETF)US$ 63,20▼ 2,18%AlbemarleUS$ 94,47▼ 0,18%CobreUS$ 6,58▲ 0,15%DólarR$ 5,03▼ 0,19%
▸Tesla culpa falta de baterias, mas corte de preços e queda de vendas revelam estratégia de realocação▸Aneel registra primeiro SAE em usina hidrelétrica reversível em Santa Catarina▸NESO publica planejamento de longo prazo para armazenamento e transmissão no Reino Unido▸Projeto solar comunitário de 3,5 MW é entregue em Illinois com foco em agrivoltaica▸Ofgem consolida modelo Cap and Floor para armazenamento de longa duração no Reino Unido▸China propõe licitação conjunta de renováveis e armazenamento em mercado spot unificado▸SDLG entrega primeiras carregadeiras elétricas pesadas ao Grupo Base no Brasil▸EBRD estrutura US$ 566 mi para usina solar de 1,2 GW com 600 MWh de armazenamento no Egito▸Ørsted conclui construção de BESS de 600 MWh no Reino Unido com 170 Tesla Megapacks▸NeoVolta inaugura fábrica de BESS na Geórgia com foco em conformidade FEOC e tecnologia iCCS▸Dominion propõe 3,5 GW de armazenamento na Virgínia, abaixo da meta legal de 16 GW▸ONS padroniza validação de modelos computacionais para BESS e renováveis no SIN▸Tesla culpa falta de baterias, mas corte de preços e queda de vendas revelam estratégia de realocação▸Aneel registra primeiro SAE em usina hidrelétrica reversível em Santa Catarina▸NESO publica planejamento de longo prazo para armazenamento e transmissão no Reino Unido▸Projeto solar comunitário de 3,5 MW é entregue em Illinois com foco em agrivoltaica▸Ofgem consolida modelo Cap and Floor para armazenamento de longa duração no Reino Unido▸China propõe licitação conjunta de renováveis e armazenamento em mercado spot unificado▸SDLG entrega primeiras carregadeiras elétricas pesadas ao Grupo Base no Brasil▸EBRD estrutura US$ 566 mi para usina solar de 1,2 GW com 600 MWh de armazenamento no Egito▸Ørsted conclui construção de BESS de 600 MWh no Reino Unido com 170 Tesla Megapacks▸NeoVolta inaugura fábrica de BESS na Geórgia com foco em conformidade FEOC e tecnologia iCCS▸Dominion propõe 3,5 GW de armazenamento na Virgínia, abaixo da meta legal de 16 GW▸ONS padroniza validação de modelos computacionais para BESS e renováveis no SIN
BATTERY CHANNEL
AnáliseTecnologia

Fraunhofer ISE: Células com silício mantêm 83% da capacidade após 1.000 ciclos sob alta pressão

Pesquisadores alemães validam a viabilidade técnica de ânodos ricos em silício, superando o limiar crítico de retenção de 80%. O avanço depende de pressão mecânica elevada, impondo novos desafios de engenharia para packs industriais e alterando a dinâmica de suprimentos globais de baterias.

21 de outubro de 2026 às 04:13Fonte oficial: ESS NewsRedação Battery Channel
Fraunhofer ISE: Células com silício mantêm 83% da capacidade após 1.000 ciclos sob alta pressão
Foto: ESS News

O Instituto Fraunhofer ISE, na Alemanha, reportou um marco significativo no desenvolvimento de baterias de íon-lítio: células com ânodos ricos em silício retiveram mais de 83% de sua capacidade original após mais de 1.000 ciclos completos. Esse resultado supera o limiar de 80% amplamente considerado como vital para a viabilidade industrial dessa tecnologia. No entanto, a conquista ocorreu estritamente sob condições de alta pressão mecânica axial de 1.000 kPa, destacando que a estabilidade da célula é tão dependente de fatores físicos externos quanto da composição química interna dos materiais ativos.

As células testadas, no formato de pesquisa PrecISE com 25 Ah, atingiram uma densidade energética gravimétrica de 280 Wh/kg. O ânodo compõe-se de 51% de material ativo rico em silício, alcançando capacidade específica superior a 1.000 mAh/g. Os pesquisadores projetam que, em formatos pouch otimizados para escala industrial, a densidade energética possa chegar a aproximadamente 330 Wh/kg. Essa projeção representa um salto substancial em relação às baterias convencionais baseadas em grafite, oferecendo maior autonomia e eficiência energética por unidade de peso.

A dependência crítica da pressão mecânica introduz complexidades de engenharia. Sob pressão reduzida de 300 kPa, observou-se uma degradação significativamente maior da capacidade útil durante a operação. Isso implica que os sistemas de gestão de bateria e a estrutura dos packs precisarão incorporar mecanismos de compressão robustos para manter a integridade estrutural da célula. A expansão do silício durante a carga exige essa contenção física para evitar a perda de contato elétrico e a degradação acelerada da interface sólido-eletrólito.

Um aspecto crucial revelado pelo estudo é a divergência entre a capacidade medida em testes periódicos de baixa taxa e o desempenho real sob carga operacional a 1C. À medida que as células envelhecem, essa diferença aumenta, sinalizando que a retenção de capacidade nominal pode não refletir fielmente a durabilidade sob condições dinâmicas. Para fabricantes e operadores, isso significa que as métricas de vida útil devem considerar o desempenho sob carga real, evitando superestimar a longevidade das baterias em aplicações comerciais intensivas.

A pesquisa está inserida no projeto StrOboBatt, financiado com €2,6 milhões pelo governo alemão e liderado pela PCC Thorion, em parceria com Fraunhofer ISE, LG Chem Europe e outros. O objetivo é reduzir a dependência global de grafite, deslocando a criação de valor de matérias-primas para a União Europeia. Paralelamente, iniciativas como a da Sicona na Austrália, apoiada pela ARENA, indicam uma corrida global pela escala comercial de ânodos de silício, competindo por aplicações em armazenamento estacionário e mobilidade elétrica.

O sucesso técnico do Fraunhofer ISE estabelece um novo padrão de referência para a indústria. A validação de que o silício pode operar com longevidade aceitável abre caminho para a redução do uso de grafite, mas impõe custos adicionais de integração mecânica nos packs. A observação contínua da evolução dos formatos pouch e da resolução do trade-off entre densidade energética e complexidade estrutural será determinante para a adoção em larga escala desta tecnologia nos próximos anos.

Compartilhar:XLinkedInWhatsAppTelegram

Tags

Comentários (0)

Seja o primeiro a comentar.

Receba o essencial do setor de energia

Os principais fatos que afetam preço, regulação, geração e combustíveis — todo dia ao meio-dia, no seu e-mail.

Como esta matéria foi produzida: apurada a partir da fonte oficial citada e de documentos primários, com verificação de números, datas e prazos antes da publicação, seguindo a nossa Política Editorial — que inclui o uso de tecnologia própria na apuração. Viu algo a corrigir? Fale com a redação.